quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Em tempos de névoas e conflitos – A guerra que nos alcança

 As atividades do curso seguem analisando os romances A guerra no Bom Fim, de Moacyr Scliar, e A Segunda Pátria, de Miguel Sanches Neto. Para ampliar a discussão, apontamos alguns links para saber mais sobre os textos e outras obras que possam despertar o interesse dos leitores: 

A guerra no Bom Fim

A Guerra no Bom Fim - Cultura Projetada

https://redib.org/Record/oai_articulo841600

https://www.instagram.com/p/CAsuBs-gznY/

 

A segunda Pátria

 

http://www.douglaseralldo.com/2019/01/a-segunda-patria-de-miguel-sanches-neto.html

UMA HISTÓRIA DE AMOR E FÚRIA EM TEMPOS DE PAZ

Logo abaixo seguem as informações sobre as duas primeiras obras abordadas no curso

Sob a égide do totalitarismo e do autoritarismo: a literatura como reflexão

 

Uma História de Amor e Fúria é um filme de animação que retrata o amor entre um herói imortal e Janaína, a mulher por quem é apaixonado há 600 anos. Como pano de fundo do romance, o longa de Luiz Bolognesi ressalta quatro fases da história do Brasil: a colonização, a escravidão, o Regime Militar e o futuro, em 2096, quando haverá guerra pela água. Destinado ao público jovem e adulto com traço e linguagem de HQ, o filme traz Selton Mello e Camila Pitanga dublando os protagonistas. O longa conta ainda com a participação de Rodrigo Santoro, na pele do chefe indígena e de um guerrilheiro.

http://www.umahistoriadeamorefuria.com.br/

 

Novas diretrizes em tempos de paz, de Bosco Brasil e publicada em 2001, é um drama ambientado na sala de imigração do porto da cidade do Rio de Janeiro no ano de 1945 (mais precisamente no dia dezoito de abril de 1945) – poucos dias antes do término oficial da II Guerra Mundial, em 08 de maio – e apresenta a chegada de um sobrevivente da guerra na Europa, o polonês Clausewitz que é interrogado por Segismundo, responsável por assinar a documentação para entrada no país daqueles sujeitos. O filme de 2009 baseado na peça recebeu o título Tempos de paz. Dirigido por Daniel Filho, que também faz o papel do médico que é torturado por Segismundo, mesmo depois de ter salvo a sua irmã. A produção cinematográfica expande alguns aspectos da peça – que, de condensada ao diálogo das duas personagens, passa a apresentar narrativas complementares, como a aparição da irmã e do próprio médico, assim como a tortura em flash-back.